sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Erros...

 Será que devia me sentir culpada? Afinal, fiz oque tinha de ser feito... Se menti? sim, porém, concertei o tão terrível erro... Provavelmente, não seremos mais os mesmos, também, não seremos mais tão sós, mais lhe garanto, caro(a) leitor(a), que não ficaremos separados por muito tempo, pois minha teimosia faz parte da minha tão ingenua carne... As vezes gostaria de descarta-la, mais nem sempre ela é ruim, pois ela defende oque pensa; minha teimosia é forte, porém, não tão persistente, pois depois de algum tempo, ela aprende a ser comandada, mais ainda faz minha carne de escrava...
 Estou sabendo me cuidar, sabendo a me controlar e a manter oque desejo para o meu espírito... Mais ainda à um vazio, que sempre peço para o criador preencher e fazer transbordar, pois sem esse preenchimento, fico sem concedimento do que o erro está planejando, qual o próximo passo de crueldade... Isso me deixa assustada, pois não saber o depois, prejudica o agora e o passado torna a existir, cômico não acha caro(a) leitor(a)? Acredite, não é uma ironia, apenas uma prévia de que ponto chegou o meu coração... Triste, confuso, dolorido, machucado e "vazio"... Eu realmente gostaria que ele estivesse vazio do desejo de errar, pois assim, aliviaria minha carne, deixaria ir, sem precisar me lamentar dos tombos, tiraria o peso dos meus ombros e ficaria somente as recordações...
 Enquanto a limpeza e o preenchimento de nova carga não é feito em meu coração, eu  tranco o erro, o máximo que posso, apesar dele escapar pelos cantos as vezes...

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