terça-feira, 17 de julho de 2012

(...) Encontre-o (a) (...)

 Ainda não consigo te chamar de amor... Ainda não sei te chamar de meu/minha... Será que é assim mesmo?   É tão cômico oque vivemos, parecemos dois amante iludidos pelo vento, enganados por nossas carências, que mentimos para nós mesmos, deixados levar por nossos impulsos, marionetes de nosso instinto carnal...
 Pelo oque recordo, vejo que não és o encaixe do meu quebra-cabeças, não és a minha força compatível, não és minha alma gêmea; és apenas o meu portal de espera, minha espera, espera por aquele(a) que dividirei todos os meus dias, aquele(a) que irá completar a parte que faltava, aquele(a) que ira juntar o meu passado com o presente, e o meu presente com o futuro...
 Sinto muito, mais oque somos na verdade, é almas próximas, porém, não juntas, parecidas, porém,  não iguais, inconscientes por nossas ações... Não caiu a tal ficha que tantos falam, não sou aquele(a) que ira mudar os teus conceitos e formas de acreditar, não serei aquele(a) que irá completar a tua falta de fé...
 Não sou destinado(a) a você, não sou o teu(a) escolhido(a) e nem o(a) teu(a) amado(a)... Sinto muito, mais não sou eu...




P.S. Encontre-o(a)

Nenhum comentário:

Postar um comentário